Depois de duas semanas de férias, às quais me habituei à boa vida, sem relógio e sem telemóvel da empresa, de acordar quando queria e de me deitar quando já não podia mais... estou de volta ao escritório, ao monte de papelada e processos por finalizar e aos almoços com as "marias" do escritório e dos serviços da zona.
Hoje ao almoço contei pelo menos uns 10 desgraçados, com cara de frete. Revi-me naqueles gajos, as marcas do bronzeado a esbater-se, o olhar de carneiro meio morto ao olhar a salada russa ou para o empadão de frango e bufarem ao mesmo tempo, já cansados da companhia dos colegas de mesa e de escritório.
A hora de almoço, serviu como a de ontem, para ouvir as historias da pesca e do auto caravanismo de um deles, das doenças da sogra que estragaram as férias a outro e das mil e uma noite de festa e de engate que algumas das frígidas mentirosas, que trabalham por cá foram inventando.
Hoje ate me soube mal o almoço, enquanto fazia contas de cabeça, às contas pendentes e as prestações que vencem em breve, lembrei-me que tenho que levar o carro à inspecção e que o problema na suspensão que detectaram o ano passado ainda não foi resolvido...
Enquanto o Jardim, falava das férias em família, na aldeia p/ lados do douro, ainda me fui rindo, ao imaginar o pobre Jardim, com os cunhados, os filhos, os filhos dos cunhados e a baleia da mulher (ele não tem culpa, mas ela pesa quase 100 kg!!!) todos juntos numa casa da aldeia, de um quarto e uma sala... deve ter sido giro, deve. Frio não devem ter passado...
Mas assim que um dos gajos da agência de viagens começou a falar do México e do furacão que lhe estragou a comissão de Agosto e depois das miúdas finalistas que "papou" há uns anos, porque não tinham como pagar os quartos.... ai tive vontade de lhe abrir a boca e lhe espetar o garfo na língua de modo a que não pudesse mentir mais...
Bem, mas passadas quase as duas horas seguídas ao almoço em que não é benéfico trabalhar afincadamente, está quase na hora de pensar no lanche ou até mesmo apressar a saída e com isso despachar serviço para alguém. Estive a ver alguns processos e vários deles vão dar-me trabalho... se não conseguir entrega-los a alguém.
Hoje ao almoço contei pelo menos uns 10 desgraçados, com cara de frete. Revi-me naqueles gajos, as marcas do bronzeado a esbater-se, o olhar de carneiro meio morto ao olhar a salada russa ou para o empadão de frango e bufarem ao mesmo tempo, já cansados da companhia dos colegas de mesa e de escritório.
A hora de almoço, serviu como a de ontem, para ouvir as historias da pesca e do auto caravanismo de um deles, das doenças da sogra que estragaram as férias a outro e das mil e uma noite de festa e de engate que algumas das frígidas mentirosas, que trabalham por cá foram inventando.
Hoje ate me soube mal o almoço, enquanto fazia contas de cabeça, às contas pendentes e as prestações que vencem em breve, lembrei-me que tenho que levar o carro à inspecção e que o problema na suspensão que detectaram o ano passado ainda não foi resolvido...
Enquanto o Jardim, falava das férias em família, na aldeia p/ lados do douro, ainda me fui rindo, ao imaginar o pobre Jardim, com os cunhados, os filhos, os filhos dos cunhados e a baleia da mulher (ele não tem culpa, mas ela pesa quase 100 kg!!!) todos juntos numa casa da aldeia, de um quarto e uma sala... deve ter sido giro, deve. Frio não devem ter passado...
Mas assim que um dos gajos da agência de viagens começou a falar do México e do furacão que lhe estragou a comissão de Agosto e depois das miúdas finalistas que "papou" há uns anos, porque não tinham como pagar os quartos.... ai tive vontade de lhe abrir a boca e lhe espetar o garfo na língua de modo a que não pudesse mentir mais...
Bem, mas passadas quase as duas horas seguídas ao almoço em que não é benéfico trabalhar afincadamente, está quase na hora de pensar no lanche ou até mesmo apressar a saída e com isso despachar serviço para alguém. Estive a ver alguns processos e vários deles vão dar-me trabalho... se não conseguir entrega-los a alguém.
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